Só poderia caber a Geraldo Sarno, um dos veteranos e mais respeitados documentaristas brasileiros, fechar pela via da indagação a mostra competitiva do Festival de Brasília nessa noite de segunda feira. Melhor seria dizer então que ele não encerra, nem tem a intenção de fazê lo, nenhuma das muitas discussões acerca de velhas e novas linguagens cinematográficas que teimaram em vir à tona nos cinco debates dos longas metragens integrantes da competição.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
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